terça-feira, 25 de novembro de 2014

A Diversidade das Abelhas no Brasil.

                                       A diversidade de abelhas no Brasil

Estima-se que no mundo existam mais de 20 mil espécies de abelhas. 
O Brasil, devido a suas proporções continentais e riqueza de ecossistemas, pode ser considerado privilegiado neste aspecto, pois abriga cerca de ¼ destas espécies (ca. 5000). 
Contudo, infelizmente, a abelha mais conhecida entre os brasileiros é a abelha européia (Apis mellifera), que na verdade não é nativa do Brasil. Esta espécie foi introduzida no período colonial para fins de apicultura. Atualmente é a espécie mais abundante em nossos ambientes (até mesmo urbanos), fazendo nos esquecer que possuímos uma fauna de abelhas nativa rica e diversa. 
Só no Estado de São Paulo foram listadas 729 espécies e no Rio Grande do Sul mais de 500 espécies são conhecidas. Segundo levantamentos feitos em diferentes regiões do Brasil, até hoje temos mais de 2 mil espécies de abelhas catalogadas.

Uma ampla diversidade de formas, tamanhos e cores caracteriza a nossa apifauna. 
Existem espécies com tons verdes, azuis e roxos metálicas, que geralmente são confundidas com moscas varejeiras. 
Algumas abelhas são bem ornamentadas com listas e manchas pelo corpo, e outras possuem cores lisas ou brilhantes de várias tonalidades entre negro e amarelo. Existem abelhas que chegam a medir mais de 5 centímetros e outras muito pequenas com pouco mais de 2 milímetros, que geralmente também são confundidas com outros grupos de insetos.
Pequena amostra da diversidade de abelhas nativas do Brasil (2x)
De solitário a social

Entre as abelhas existem diferentes modos de vida, denominados graus de sociabilidade. Os dois extremos são: as espécies de vida solitária e aquelas de vida totalmente social (eusociais). Entre estes extremos existem categorias como: subsociais, parasociais, ou quasesociais, que se diferenciam pela presença e domínio de uma rainha.
Algumas espécies solitárias podem construir seus ninhos agregados, o que poderíamos comparar aos nossos "condomínios" onde vários ninhos da mesma espécie estão dispostos no mesmo local. Cada ninho possui a sua "dona" e cada abelha, ou melhor, cada fêmea cuida do seu próprio ninho.

Abelhas altamente sociais -ou eusociais- formam colônias numerosas, perenes e com alto grau de organização interna. No Brasil este é o caso das abelhas sem ferrão -Meliponíneos, popularmente conhecidas como jataí, uruçu, mandaçaia, guaraipo, mirim, etc. Estas espécies são bem conhecidas pelos índios e pessoas que vivem no campo.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Floradas que são utilizadas pelas Abelhas Jatai.

  • Artigo Muito Interessante, que encontrei lendo sobre Jatai no Site do Meliponario Pivoto. 
  • Eles fazem um Trabalho de divulgação Maravilhoso. Estão de Parabens.


  • Alfafa-do-campo (Stylosanthes scabra) (abril)
  • Alfinete (Sirene armenia) (janeiro a março)
  • Arnica-brasileira (Solidago chilensis) (junho a setembro)
  • Aroeira-branca (Lithraea molleoides) (setembro)
  • Aroeira- vermelha (Schinus therebentifolius) (dezembro)
  • Arruda (Ruta graveolens) (agosto a setembro)
  • Assapeixe (Vernonia polyanthes) (julho a agosto)
  • Astrapéia (Dombeya burgessiae) (abril a julho)
  • Astrapéia-rosa (Dombeya wallichii) (julho a agosto)
  • Azaléia-lilás (Rhododendron indicum) (abril a julho)
  • Azaléia-rosa (Rhododendron indicum) (agosto a setembro)
  • Babosa-de-flor-rosa (Aloe arborescens) (janeiro)
  • Beijo (Impatiens balsamina) (abril a junho e outubro a dezembro)
  • Bico-de- papagaio (Euphorbia pulcherrima) (abril a julho)
  • Calabura (Muntingia calabura) (outubro a dezembro)
  • Cambará-roxo (Eupatorium squalidum) (fevereiro a março)
  • Catinga-de-mulata (Iboza riparia) (junho a julho)
  • Charão (Toxicodendron verniciferum) novembro)
  • Chocalho (Crotalaria pallida) (março a maio)
  • Cóleos – vários (Coleus spp) janeiro a março)
  • Confete (Lagerstroemia indica) (dezembro)
  • Coreópse (Coreopsis grandiflora) (agosto a janeiro)
  • Coroa-de-cristo (Euphorbia milii var. splendens) (janeiro a dezembro)
  • Coroa-de-cristo-grande (Euphorbia milii var. milli (janeiro)
  • Cravo-do-campo (Senecio brasiliensis) (agosto a outubro)
  • Cróton - vários (Croton spp) (setembro a fevereiro)
  • Dália – várias (Dahlia spp) (abril a maio)
  • Dietes (Dietes vegeta) (julho a novembro)
  • Espiguinha (Mimosa daleoides) ((janeiro a fevereiro)
  • Esponjinha vermelha (Calliandra twedii) (janeiro a dezembro)
  • Esporinha (Delphinium sp) (julho a novembro)
  • Eupatório-roxo (Eupathorium macrocephalum) (janeiro a maio)
  • Feijão-de-praia (Sophora tomentosa) (agosto a março)
  • Fumo (Nicotiana tabacum) (dezembro a abril)
  • Funcho (Foeniculum vulgare) (dezembro a março) v
  • Grevílea (Grevilea banksii) (janeiro a dezembro)
  • Guaco-liso (Mikania cordifolia) (julho a agosto)
  • Guanxuma (Sida rhombifolia) (dezembro a março)
  • Guiso-de-cascavel (Crotalaria lanceolata) (janeiro a março)
  • Jasmim-estrela (Jasminum azoricum) (novembro a janeiro)
  • Lanceta (Eclipta alba) (janeiro a fevereiro)
  • Laranjeiras, limoeiros, tangerinas (Citrus spp) (setembro a outubro)
  • Madressilva (Lonicera japonica) ((setembro a outubro)
  • Malmequer (Aster laevis) ((outubro a novembro)
  • Mangueira (Mangifera indica) (julho a setembro)
  • Margaridão amarelo (Tithonia speciosa) (abril a maio)
  • Manjericão (Ocimum sellowii) (novembro a junho)
  • Maria-sem-vergonha (Impatiens sultanii) (janeiro a dezembro)
  • Murici (Byrsonima intermedia) (novembro a junho)
  • Muçambê (Cleome spinosa) (novembro a dezembro)
  • Onze-horas (Mesembryantemum spectabilis) (outubro a dezembro)
  • Orégano (Origanum vulgare) (dezembro a janeiro)
  • Orelha-de-onça (Tibouchina holoserice) (novembro a janeiro)
  • Palmeira-elegante (Archontophoenix cunninghamia) (fevereiro a junho)
  • Pessegueiro (Prunus persica) (julho a agosto)
  • Picão branco (Galinsoga parviflora) (julho a novembro)
  • Pitanga (Eugenia pitanga) (julho a agosto)
  • Primavera (Bougainvillea spectabilis) (setembro a novembro)
  • Quaresmeira (Tibouchina granulosa) (janeiro a abril)
  • Sabugueiro (Sambucus australis) (novembro a dezembro)
  • Sálvia vermelha (Salvia splendens) (outubro a novembro; março a abril)
  • Sensitiva (Mimosa pudica) (fevereiro)
  • Serralha (Emilia sonchifolia) ((janeiro a dezembro)
  • Sibipiruna (Caesalpinea peltophoroides) (setembro a outubro)
  • Suínã (Erythrina speciosa) (junho a setembro)
  • Tapete-inglês (Polygonum capitatum) (maio a junho)
  • Tipuana (Tipuana tipu) (outubro a novembro)
  • Tumbérgia (Thumbergia grandiflora) (dezembro a janeiro; abril)
  • Vassourinha (Baccharis trinervis) (dezembro a janeiro)
  • Vedélia (Wedelia paludosa) (outubro a abril)
  • Violeteira (Durante repens) (outubro a maio)

  • Estudo desenvolvido segundo Bibliografia abaixo.

    Bibliografia: PIRANI, J.R. ET AL, Flores e Abelhas em São Paulo, EDUSP/FAPESP; e LORENZI, H. ET AL, Plantas Daninhas no Brasil, Ed. PLANTARUM.

    Ninho em Forma de Disco, Protegido por Resina e Cera.

    A Elaboração do ninho construído pela Jataí, produzem um desenho em forma de disco. Sempre em um disco elas colocam uma realeira ( câmera para produzir uma Princesa ). 
     A Cera e Resina separam o ninho como se fosse uma proteção, tanto na parte superior quanto na inferior do núcleo. 
    A essa mistura de Cera e Resina dá-se o nome de betume. Os favos são construídos no sentido horizontal, em camadas sobrepostas. Na entrada do ninho, é construído um tubo de cera, o qual é fechado durante a noite, deixando-se pequenos orifícios, como uma espécie de teia, a fim de permitir o arejamento interno.
    Passando ao mel produzido por essas abelhas, além de saboroso e suave, o mel da Jataí é bastante procurado por suas propriedades medicinais. 
    Muito usado como fortificante e anti-inflamatório, em particular, dos olhos. Além do mel, a Jataí produz própolis, cera e pólen de boa qualidade.
    Se fizermos uma comparação com as abelhas com ferrão, ela produz menor quantidade, mas o preço de venda é bem maior, por exemplo, um litro desse mel pode passar dos 100 reais.
    É interessante lembrar que as abelhas armazenam o pólen e o mel, separadamente, em potes de tamanhos semelhantes. Os potes de mel podem ser reconhecidos, porque são mais transparentes, enquanto que os de pólen são opacos.

    segunda-feira, 3 de novembro de 2014

    Alimentacao Proteica para as Abelhas JATAI.

                                               ALIMENTAÇÃO PROTEICA
    Existem várias receitas proteicas e cabe ao meliponicultor escolher a que mais se adequa a espécie criada por ele. 
    Vou deixar uma receita simples, barata e que funciona segundo muitos criadores que ja postaram aqui na internet.
    Receita - 3 partes de farelo de soja + 1 parte de farinha de milho + 6 partes de mel.
    Misturar bem os dois farelos e adicionar o mel devagar até formar uma pasta mole

    Trepadeira Amor Agarradinho muito Procurada pelas Abelhas Jatai

    Esta planta, também conhecida como Antigonon leptopus, lágrima de noiva, cipó coral, viuvinha ou georgina é uma trepadeira tropical de origem mexicana considerada perene graças a sua capacidade de obter um tamanho avantajado e permanecer radiante durante tudo o ano. Tem um crescimento lento e constante atingindo um porte enorme se bem cuidada por muitos anos.
    Devido a isso é muito utilizada quando se quer fazer uma cerca viva alta, volumosa e enfeitada por suas centenas de pequenas flores rosas ou brancas cordiformes.

    ..

    “Sem flores não há néctar; sem néctar não há mel; sem mel não há abelha, e sem as abelhas não haverá polinização em um número infinito de árvores tão importantes para nossa vida.”

    Podemos ter uma produção de mudas, tanto por estaquia, como por sementes, do Amor Agarradinho, uma das mais importantes plantas na produção de flores ricas em néctar e pólen.

    A flora apícola é o que se pode chamar de pastagem das abelhas. 
    E a partir das flores que as abelhas recolhem o néctar e o pólen, que vão alimentar a colônia. Normalmente, essas plantas são classificadas como nectaríferas ou poliníferas,
    mas as boas produtoras de própolis também podem ser incluídas. 

    Outras plantas que devem integrar a flora apícola são aquelas que não se enquadram propriamente em nenhum desses tipos, mas são hospedeiras habituais de insetos que produzem um pseudo néctar (melato) que é colhido pelas abelhas e transformado em mel.

    Muitos produtores de mel , cultivam essa Trepadeira Amor Agarradinho, para alimento das suas Abelhas. Floresce praticamente o ano todo.


    domingo, 2 de novembro de 2014

    Plantas Visitadas por Abelhas e Polinização.

    Trata-se de um Maravilhoso trabalho desenvolvido pela Universidade de Sao Paulo a USP, e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz a ESALQ.

    Esse trabalho abaixo esta na Internet e foi elaborado pelos Dr. e Dras abaixo.
    Daniela da Silva Sodré , Maria D.Avila , Carolina Maranhão Fernandes de Arruda, Geni da Silva, Luis Carlos Marchini,

    http://www.esalq.usp.br/biblioteca/PUBLICACAO/Serie%20Produtor%20Rural%20Especial%20-%20Plantas%20Visitadas%20por%20Abelhas%20e%20Polonizacao/Abelhas.pdf

    Copiem e coloquem em seu navegador

    Um Trabalho Fantástico e Maravilhoso, nos ajuda e muito para sabermos quais plantas tem um maior interesse pelas abelhas e com isso Construirmos uma Área propicia para a abelha encontrar o que ela necessita para manutenção de suas colmeias.

    sábado, 1 de novembro de 2014

    Alimentação Suplementar para Colmeias Fracas e na Zona Urbana.

    Como todo apicultor sabe que, na escassez de alimentos (néctar e pólen), torna-se necessário alimentar as abelhas principalmente no inverno e na época de muita chuva. Ainda mais, como no meu caso um criador iniciante morando na Zona Urbana.
    Nesse caso as abelhas indígenas sem ferrão, que vivem na Zona Urbana, tem pouca mata Nativa, poucas flores para captar seu alimento.
    Assim temos que recorrer à alimentação artificial para a manutenção de uma razoável taxa de construção de células, estimular a postura da rainha ( Para isso necessitamos fornecer muito Néctar ) e ao mesmo tempo o desenvolvimento das crias ( Larvas e Abelhas Jovens ), para isso nesse ponto necessitamos fornecer muito Pólen . 
    Sem alimento, os enxames diminuem de tamanho e ao longo do período, corre o risco de fracasso da colmeia.

    Existem 2 maneiras de fornecermos esse Suplemento Alimentar.

    Através do XAROPE.

    O Xarope é uma mistura de açúcar (cristal) com água fervida. A concentração dessa mistura dependerá da espécie a ser alimentada. 
    Prepara-se o xarope em diversas concentrações de açúcar, as mais usadas são.  50% a 60%.- 
    Para uma mistura de 50% , adicionamos 1.000 kg de açúcar refinado.
    a 1 litro de água.
    Uma dica importante, adicionamos ao litro de água, o açúcar, e deixamos ate ferver.
    Quando atingir a fervura, desligamos e colocamos 1 pitada de sal, 15 folhas de Erva Cidreira, mais uma colher de chá de suco de Limão. 
    Depois de esfriar  , retiramos as folhas de erva cidreira.

    Através do Candi.

    CANDI: O candi é uma pasta cremosa, feita de uma mistura de mel com açúcar na proporção de 2 : 1 e levada ao fogo brando até dar ponto. Após resfriar coloque esta pasta na região dos potes da colônia. Faça esta operação com o máximo de higiene possível para evitar o ataque de predadores e a contaminação do alimento. Como vimos, o alimento artificial pode ser preparado de várias maneiras. Há meliponicultores que empregam o mel da própria Jatai.  

    Caixas para Abelhas JATAI.

    Existem vários Modelos de Caixas de Criação para as Abelhas JATAI.
    Muitos deles amplamente divulgados e cujos Criadores que os criaram, com muito sucesso.
    Eu particularmente, escolhi iniciar com o Modelo do Mestre Ailton Fontana, que e um exemplo de conduta e engrandece muito a divulgação desse Hobby que hoje e uma necessidade Globa.


    Segue abaixo o modelo que ele mesmo divulga generosamente a todos pelo Youtube.

    http://www.youtube.com/watch?v=8cPruU8mtEY

    Seguindo as instruções cuidados do mestre Alton Fontana , fica fácil  repetir o modelo criado por ele.

    Criando Abelhas JATAI em Casa na Região Urbana.

    As Jataís são insetos sociais, uma colônia é composta por operárias (fazem todo trabalho na colméia, como: limpeza, construção, coleta de néctar para produção de mel, coleta de pólen e defesa…), zangões (responsáveis pela fertilização da rainha) e a rainha (faz a postura na colméia e mantém a ordem social).

    Elas são abelhas amplamente criadas em nosso território, pois não são agressivas e são incapazes de ferroar devido apresentarem ferrão atrofiado, além disso, produzem mel de excelente qualidade, porém em pouca quantidade, principalmente quando comparada com a produção de Apis mellifera.( Abelhas Africanizadas).

    Para obter uma colônia e dar início a criação, pode-se fazer uma caixa isca pet para atração das abelhas, ou comprar uma colônia de um Criador experiente e de Ótima reputação e , ou até mesmo transferir colônias instaladas em ocos de paredes, ou de troncos, porem e necessário conhecer as especies para saber se o enxame a ser capturado soa de Jatais, que são nosso Objetivo inicial.  

    Eu particularmente escolhi iniciar com certezas, aproveitando a ajuda dos Criadores mais experientes. 


    Abelhas Jatai.

    A abelha Jatai é uma das menores já conhecida, é sociavel e muito mansa, só perde em tamanho para a Abelha Mosquito, muito comum na Amazônia.

    A jatai mede aproximadamente 5mm sua cor é dourada, é encontrada em quase todo o território nacional, as colónias tem de 2.000 a 5.000 individuos, é uma abelha bem adaptada a vida urbana.

    Os seus ninhos caso não violado, permanece por mais de 35 anos no mesmo local, podemos dizer que os ninhos são permanentes .

    A abelha Jatai, no meu ponto de vista não está na lista das abelhas em extinção, sobrevive muito bem em cidades pequenas, enxameia e faz seu ninho em qualquer lugar, ocos de árvores, na terra, em barranco, em muros entre meio de pedras, Dificil entretanto a vida da Colmeia Jatai em Metrópolis. Devido a falta dos Alimentos Necessarios, como polen, resina e nectar.

    Produz de 500 ml a 1,2 litros de mel ao ano em caixas racionais, um mel de ótima qualidade. O preço do litro de mel para venda gira em torno de R$ 80,00 a R$ 100,00. É um mel muito saboroso e medicinal, na região Sul do Brasil, é muito utilizado para pingar no olho para retirar cisco , e tambem para cura de catarata, e outras doenças dos ólhos.

    Esta abelha pertence ao grupo das trigonas, Para multiplicar é necessário ter uma realeira em formação.

    Na entrada de sua morada, fazem um tubo de cera amarelada, onde sempre se encontra algumas sentinelas, durante a noite fechão o tubo de entrada com uma espécie de cera rendilhada. É normal a presença de abelhas guardas que ficam voando em redor do tubo, formando uma pequena nuven de dia.

    As abelhas campeiras apresentam movimento bem diferente, pois entram e saem da colónia rápita e constantemente. Elas podem entrar carregando pólem em suas curbículas (patas) ou néctar no abdome

    O ninho apresenta invólucro de cerume abundante, com várias camadas finas, o seu alimento é guardado em potes ovóides.

    As células de crias são em forma de favos redondos, disposto um em cima do outro separado com pequenos pilares. Os discos de crias (células) são construidos com rapidez para receber o alimento larval.